Sinopse
Uma questão importante no processo de informação neural é como os neurons cooperam para transmitir a informação. Para estudar esta questão, nós lançamos mão do conceito de redundância na informação transmitida por um grupo de neurons e, ao mesmo tempo, introduzimos um novo conceito para medir a cooperação entre pares de neurons chamado informação mútua relativa, em inglês, relative mutual information (RMI). Especificamente, nós estudamos esses dois parâmetros pelos spike trains gerados por neurônios vizinhos do primeiro cortex visual em uma rato acordado e livremente se movimentando.Os spike trains gerados aqui foram espontaneamente gerados na rede neural, na falta de estímulo visual. Sob tais condições, nossa análise revelou que enquanto o valor do RMI oscilou levemente ao redor de um valor médio, a redundância exibiu um comportamento caracterizado por uma variabilidade mais alta. Nós conjecturamos que esta combinação de RMI aproximadamente constante e a maior variação de redundância torna a transmissão da informação mais resistente às perturbações de ruídos. Além disso, os valores de redundância sugerem que os neurônio podem cooperar em um modo flexível durante a transmissão das informações. Isto principalmente ocorre por meio de um neurônio condutor com taxas de transmissão mais altas ou, menos frequentemente, com as taxas de informação de todo o grupo sendo mais altas do que a soma das taxas de informação individuais - em outras palavras, de um modo sinergético. O método proposto aplica-se não só aos sinais neurais estacionários, mas também aos sinais neurais localmente estacionários.
Palavras-chave: Neurônios. Informação de Shannon. Entropia. Informação mútua. Redundância. Cortex visual. Spikes train. Atividade espontânea.
1. Introdução
A informação no sistema nervoso é transmitida pelos spikes trains. Spikes de neurônios individuais no córtex cerebral podem ser induzidos por estímulos externos ou eles podem ser internamente gerados por conectividades recorrentes, dentro dos circuitos cerebrais, o que é conhecido como uma atividade espontânea. Neste estudo, nós iremos caracterizar o conteúdo da informação no spike trains córtico. O conteúdo da informação é um conceito abstrato que se refere à riqueza dos intervalos interspike, mas isto não deveria ser entendido como informação necessariamente ligada a um estímulo.
Neste artigo, nós estudamos as questões sobre como os neurônios cooperam durante uma atividade espontânea. As seguintes questões surgem neste contexto:
1). Como a informação transmitida pelos neurônios vizinhos se relacionam?
2). Os neurônios cooperam sempre de algum modo específico ou, pelo contrário, eles se alternam de um comportamento para outro?
3). Como os processos acima dependem do tipo de estímulo ou mais genericamente do tipo de ambiente que o organismo biológico está atualmente inserido?
4). Como os neurônios colaboram na falta de estímulo externo?
Para responder a estas questões, nós analisamos os spike trains do córtex visual primário de um rato acordado e livremente se movimentando na falta de estímulo visual. Em outras palavras, nós analisamos a atividade espontânea refletindo o modo da rede dos processos de informação baseado somente em suas conexões internas e recorrentes. Estes registros foram obtidos com tétrodos, permitindo-nos gravar simultaneamente de vários neurônios intimamente situados bem como a separação de suas ondas spike.
O conceito de redundância, como introduzido por Reich et al. (2001), compara a soma das taxas de informação transmitidas separadamente pelos neurônios de um grupo com as taxas de informação transmitidas pela grupo todo. O segundo termo é diminuído pela taxa de informação máxima entre os neurônios no grupo. Medir as informação transportada por um neurônio determinado junto a outro neurônio do mesmo grupo...
Cet blog a été fait afin d'être un espace dans lequel nous pouvons s'entendre très bien et d'échanger connaissances.
sábado, 5 de março de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Os oxímoros de Fernando Pessoa (extraído do livro Linguística. Poética. Cinema, de Roman Jakobson)
Os oxímoros dialéticos de Fernando Pessoa
O mytho é o nada que é tudo
Le mythe est le rien qui est tout
O mesmo sol que abre os céus
Le même soleil qui ouvre les cieux
É um mito brilhante e mudo ---
Est un mythe radieux et muet ---
O corpo morto de Deus,
Le corps mort de Dieux,
Vivo e desnudo.
Vivant et dénudé.
Este, que aqui aportou,
Celui-ci, qui débarqua ici,
Foi por não ser existindo.
Fut puisqu'il n'a jamais existé.
Sem existir nos bastou.
Sans avoir existé il nous combla.
Por não ter vindo foi vindo
Puisqu'il n'est arrivé, toujours il fut l'arrivant.
E nos creou.
Et nous créa.
Assim a lenda se escorre
Ainsi le légende jaillit
A entrar na realidade,
En entrant dans la realité,
E a fecundá-la decorre.
Et en la fécondant elle s'écoule.
Em baixo, a vida, metade
En bas, la vie, moitié
De nada, morre.
De rien, meurt.
O mytho é o nada que é tudo
Le mythe est le rien qui est tout
O mesmo sol que abre os céus
Le même soleil qui ouvre les cieux
É um mito brilhante e mudo ---
Est un mythe radieux et muet ---
O corpo morto de Deus,
Le corps mort de Dieux,
Vivo e desnudo.
Vivant et dénudé.
Este, que aqui aportou,
Celui-ci, qui débarqua ici,
Foi por não ser existindo.
Fut puisqu'il n'a jamais existé.
Sem existir nos bastou.
Sans avoir existé il nous combla.
Por não ter vindo foi vindo
Puisqu'il n'est arrivé, toujours il fut l'arrivant.
E nos creou.
Et nous créa.
Assim a lenda se escorre
Ainsi le légende jaillit
A entrar na realidade,
En entrant dans la realité,
E a fecundá-la decorre.
Et en la fécondant elle s'écoule.
Em baixo, a vida, metade
En bas, la vie, moitié
De nada, morre.
De rien, meurt.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Poema polonês - Ty pójdziesz górą
Ty pojdzsiesz górą
Tu irás pela montanha
a ja doliną,
e eu pelo vale
ty zakwitniesz różą,
tu desabrocharás como uma rosa
a ja kaliną
e eu como a flor do noveleiro
ty będziesz pania
tu serás uma dama
przy wielkim dworze
numa corte explêndida,
a ja zakonnikiem
e eu um monge
w ciemnym klasztorze
num mosteiro sombrio
Tu irás pela montanha
a ja doliną,
e eu pelo vale
ty zakwitniesz różą,
tu desabrocharás como uma rosa
a ja kaliną
e eu como a flor do noveleiro
ty będziesz pania
tu serás uma dama
przy wielkim dworze
numa corte explêndida,
a ja zakonnikiem
e eu um monge
w ciemnym klasztorze
num mosteiro sombrio
sábado, 12 de fevereiro de 2011
La Biologie de l'amour
A biologia do amor
(extraído de http://www.lifesnaturalsolutions.com.au/documents/biology-of-love.pdf)
(extraído de http://www.lifesnaturalsolutions.com.au/documents/biology-of-love.pdf)
Parece até óbvio dizer que somos seres humanos dependentes do amor, não obstante vivamos em mundo constantemente ameaçado pela guerra, pelo ódio, pela vingança. Mas coloca-se a pergunta: será que o amor e a agressão são características polares de nossa biologia, ou, antes, de nossa existência humana cultural? Nós somos animais geneticamente agressivos que amam ocasionalmente, ou nós somos animais amáveis que cultivam a agressão culturalmente? Para a biologia do amor, nós somos animais amáveis que cultivam a agressão em uma alienação cultural que pode eventualmente mudar nossa biologia. Para sustentarmos essa posição, precisaremos percorrer os seguintes temas de modo sucinto:
- A constituição sistêmica e a conservação da identidade humana;
- A origem e o desenvolvimento do self nas relações mãe/filho;
- A origem evolucionária da humanidade na conservação da neotenia (retenção de características juvenis em animais adultos sexualmente maduros) e a expansão da sexualidade feminina;
- A biologia do amor
Com relação a (1), dizer que somos um sistema vivo significa que somos estruturas de sistemas determinados e, uma vez que a estrutura de um sistema vivo não é fixa, mas muda conforme sua própria dinâmica interna e segundo o curso das mudanças estruturais a ela ligadas por suas interações recorrentes com o meio, podemos afirma que, de um modo geral, tudo o que aconteceu em nós, em nossa história individual de vida, e tudo o que tem acontecido na história que deu origem a nós, necessariamente tem ocorrido e deve ter ocorrido por meio de nossa operação como estrutura de sistemas determinados.
O que torna possível a identificação das espécies (classes) de identidade de um sistema vivo é a sua constituição genética, isto é, como a fundação de um campo de possíveis cursos no desenvolvimento epigenético, mas isso não determina o que de fato acontece em sua história individual. Isso ocorre assim: A identidade da espécie (classe) de um sistema vivo é definida pela conservação reprodutiva de seu modo de vida, e uma espécie dura enquanto o modo de vida que ela define é conservado de geração em geração na constituição da linhagem. Neste processo evolucionário, os sistemas vivos e o meio mudam conjuntamente em um modo sistêmico, seguindo a trajetória de interações recorrentes em que sua congruência estrutural dinâmica recíproca (adaptação) é conservada. O resultado é que um sistema vivo de um tipo particular vive enquanto sua vida contribui para criar as condições em que seu modo particular de viver é percebido e conservado, ou ele morre como um sistema vivo ou a maneira de viver que o define, deixa de ser conservado e um novo tipo de sistema vivo surge.
Em outras palavras, o modo particular de vida de um sistema vivo não é determinado em um modo hereditário através de sua constituição genética, nem tampouco é conservado geneticamente de geração em geração na constituição da linhagem. O modo de vida de um sistema vivo é compreendido sistemicamente em um fluxo estrutural ontogênico (epigênese), e é conservado sistemicamente geração após geração em um fluxo estrutural filogênico (epigênese filogênica). Isto é, a constituição genética total de um organismo (a estrutura nuclear e citoplasmática das células primárias), constitui o fundamento para a sua epigênese ontogênica e filogênica. De fato, o modo que um organismo vive sua vida individual surge na interação do organismo com o meio, e não como uma expressão de alguma determinação genética; isto é, ele surge, de novo, em cada vida individual pelo encontro de dois sistemas dinamicamente independentes, o organismo e o meio. Nestas circunstâncias, o fenótipo como a compreensão individual de um organismo não é uma expressão parcial do genótipo, como frequentemente se diz, mas é algo que surge de uma forma nova, até mesmo quando a repete como a estrutura primária do organismo e sua história individual de interações surgidas do acaso tornam-se repetidas em uma sucessão de gerações. Isto se aplica à nossa identidade como seres humanos, bem como às nossas identidades individuais como tipos especiais de pessoas que somos.
Como seres humanos nós existimos em um espaço interacional multidimensional e relacional em que grande parte das dimensões ficam fora da nossa consciência. Então nós existimos em um espaço interacional e relacional parcialmente consciente e parcialmente inconsciente no qual a maioria das dimensões são inconscientes. Nós (os autores) chamamos este espaço interacional e relacional consciente e inconsciente de domínio psíquico de existência. Tudo aquilo que acontece em nós por meio de nossa operação em nosso domínio psíquico de existência, ou melhor, em nossa existência psíquica, e assim que nós mudamos no curso de nossa vida, nosso domínio psíquico de existência muda. A identidade psíquica que um ser humano tem na medida em que ele ou ela vive na dinâmica sistêmica em que ele ou ela conserva seu ou sua identidade particular como tal, surge no espaço relacional em que ele ou ela vive como si próprio (a). Vamos agora entrar no campo da linguagem. A linguagem é um modo de viver junto em coordenações consensuais recursivas de coordenações consensuais de comportamentos, e deve ter surgido nas coordenações espontâneas de comportamento que ocorre quando de vive junto. Quando algumas relações dentro de um sistema, ou algumas configurações de relações entre sistemas são conservados em um sistema ou em um conjunto de sistema se interagindo, tudo o mais torna-se aberto a uma mudança sistêmica em torno do que é conservado na história do sistema individual, ou na história dos sistemas se interagindo.
Então, a partir do momento em que se começou a viver com a linguagem, e particularmente com a linguagem oral, isso começou a ser conservado geração após geração no aprendizado da criança como um modo de vida, a alguns três milhões de anos atrás em algumas famílias ancestrais da linhagem dos primatas a qual nós pertencemos, então tudo o mais se tornou aberto à mudança em torno da conservação da vida na linguagem.
Em outras palavras, o modo particular de vida de um sistema vivo não é determinado em um modo hereditário através de sua constituição genética, nem tampouco é conservado geneticamente de geração em geração na constituição da linhagem. O modo de vida de um sistema vivo é compreendido sistemicamente em um fluxo estrutural ontogênico (epigênese), e é conservado sistemicamente geração após geração em um fluxo estrutural filogênico (epigênese filogênica). Isto é, a constituição genética total de um organismo (a estrutura nuclear e citoplasmática das células primárias), constitui o fundamento para a sua epigênese ontogênica e filogênica. De fato, o modo que um organismo vive sua vida individual surge na interação do organismo com o meio, e não como uma expressão de alguma determinação genética; isto é, ele surge, de novo, em cada vida individual pelo encontro de dois sistemas dinamicamente independentes, o organismo e o meio. Nestas circunstâncias, o fenótipo como a compreensão individual de um organismo não é uma expressão parcial do genótipo, como frequentemente se diz, mas é algo que surge de uma forma nova, até mesmo quando a repete como a estrutura primária do organismo e sua história individual de interações surgidas do acaso tornam-se repetidas em uma sucessão de gerações. Isto se aplica à nossa identidade como seres humanos, bem como às nossas identidades individuais como tipos especiais de pessoas que somos.
Como seres humanos nós existimos em um espaço interacional multidimensional e relacional em que grande parte das dimensões ficam fora da nossa consciência. Então nós existimos em um espaço interacional e relacional parcialmente consciente e parcialmente inconsciente no qual a maioria das dimensões são inconscientes. Nós (os autores) chamamos este espaço interacional e relacional consciente e inconsciente de domínio psíquico de existência. Tudo aquilo que acontece em nós por meio de nossa operação em nosso domínio psíquico de existência, ou melhor, em nossa existência psíquica, e assim que nós mudamos no curso de nossa vida, nosso domínio psíquico de existência muda. A identidade psíquica que um ser humano tem na medida em que ele ou ela vive na dinâmica sistêmica em que ele ou ela conserva seu ou sua identidade particular como tal, surge no espaço relacional em que ele ou ela vive como si próprio (a). Vamos agora entrar no campo da linguagem. A linguagem é um modo de viver junto em coordenações consensuais recursivas de coordenações consensuais de comportamentos, e deve ter surgido nas coordenações espontâneas de comportamento que ocorre quando de vive junto. Quando algumas relações dentro de um sistema, ou algumas configurações de relações entre sistemas são conservados em um sistema ou em um conjunto de sistema se interagindo, tudo o mais torna-se aberto a uma mudança sistêmica em torno do que é conservado na história do sistema individual, ou na história dos sistemas se interagindo.
Então, a partir do momento em que se começou a viver com a linguagem, e particularmente com a linguagem oral, isso começou a ser conservado geração após geração no aprendizado da criança como um modo de vida, a alguns três milhões de anos atrás em algumas famílias ancestrais da linhagem dos primatas a qual nós pertencemos, então tudo o mais se tornou aberto à mudança em torno da conservação da vida na linguagem.
Caminante no hay camino - Caminhante não tem caminho
Caminante não hay camino é um poema escrito pelo poeta sevilhano Antônio Machado, pertencente ao Modernismo. O cantor Joan Manuel Serrat interpreta este poema em canto.
Caminante no hay camino
Todo pasa y todo queda
Tudo passa e tudo fica
Tudo passa e tudo fica
pero lo nuestro es pasar
Mas o nosso é passar
Mas o nosso é passar
pasar haciendo caminos
passar fazendo caminhos
passar fazendo caminhos
caminos sobre la mar.
caminhos sobre o mar.
caminhos sobre o mar.
Nunca perseguí la gloria
Nunca persegui a glória
Nunca persegui a glória
ni dejar en la memoria
Nem deixar na memória
Nem deixar na memória
de los hombres mi canción.
dos homens minha canção.
dos homens minha canção.
Yo amo los mundos sutiles,
Eu amo os mundos sutís
Eu amo os mundos sutís
ingrávidos y gentiles
leves e gentís
leves e gentís
como pompas de jábon
como bolhas de sabão
como bolhas de sabão
Me gusta verlos pintarse
Agrada-me vê-los se pintarem
Agrada-me vê-los se pintarem
de sol y grana, volar,
de sol e cochonilha, voar
de sol e cochonilha, voar
bajo el cielo azul, temblar
sob o céu azul, vibrar
sob o céu azul, vibrar
Súbitamente y quebrarse ...
subitamente e quebrar-se...
subitamente e quebrar-se...
Nunca perseguí la gloria...
Nunca persegui a glória...
Nunca persegui a glória...
Caminante, son tus huellas,
Caminhante, são teus passos,
Caminhante, são teus passos,
el camino y nada más:
o caminho e nada mais:
o caminho e nada mais:
caminante no hay camino, se hace camino al andar.
caminhante não há caminho, se faz o caminho ao andar.
caminhante não há caminho, se faz o caminho ao andar.
Al andar se hace camino
Ao andar se faz o caminho
Ao andar se faz o caminho
y al volver la vista atrás se ve la senda
E ao olhar para trás vê-se a senda
E ao olhar para trás vê-se a senda
que nunca se ha de volver a pisar.
que nunca se há de voltar a pisar.
que nunca se há de voltar a pisar.
Caminante, no hay camino
Caminhante, não há caminho
Caminhante, não há caminho
sino estrelas en la mar...
Senão estrelas no mar...
Senão estrelas no mar...
Hace algún tiempo en ese lugar
Faz algúm tempo nesse lugar
Faz algúm tempo nesse lugar
donde hoy los bosques se visten de espinos
onde hoje os bosques se vestem de espinhos
onde hoje os bosques se vestem de espinhos
se oyó la voz de un poeta gritar
ouviu-se a voz de um poeta gritar
ouviu-se a voz de um poeta gritar
"Caminante no hay camino,
"Caminhante não há caminho,
"Caminhante não há caminho,
se hace camino al andar..."
faz-se o caminho ao andar..."
faz-se o caminho ao andar..."
Golpe a golpe, verso a verso
Golpe a golpe, verso a verso
Golpe a golpe, verso a verso
Murió el poeta lejos del hogar,
Morreu o poeta longe de casa,
Morreu o poeta longe de casa,
le cubre el polvo de un país vecino
Cobre-o o pó de um país vizinho
Cobre-o o pó de um país vizinho
Al alejarse, le vieron llorar,
Ao ausentar-se, viram-no chorar
Ao ausentar-se, viram-no chorar
"Caminante no hay camino,
"Caminhante não há caminho,
"Caminhante não há caminho,
se hace camino al andar..."
faz-se o caminho ao andar..."
faz-se o caminho ao andar..."
Golpe a golpe, verso a verso
Golpe a golpe, verso a verso
Golpe a golpe, verso a verso
Cuando el jilguero no puede cantar
Quando o pintassilgo não pode cantar
Quando o pintassilgo não pode cantar
Cuando el poeta es un peregrino,
Quando o poeta é um peregrino,
Quando o poeta é um peregrino,
Cuando de nada nos sirve rezar,
Quando de nada nos serve rezar,
"Caminante, no hay camino,
"Caminhante, não há caminho,
Quando de nada nos serve rezar,
"Caminante, no hay camino,
"Caminhante, não há caminho,
se hace camino al andar..."
faz-se o caminho ao andar..."
faz-se o caminho ao andar..."
Golpe a golpe, verso a verso...
Paroles, Paroles (Palavras, palavras)
Paroles, Paroles
C'est étrange,
É estranho
É estranho
Je ne sais pas ce qui m'arrive ce soir,
Eu não sei isso que me chega esta noite,
Eu não sei isso que me chega esta noite,
Je te regarde comme pour la première fois.
Eu te vejo como pela primeira vez.
Eu te vejo como pela primeira vez.
Encore des mots toujours des mots
Novamente as palavras, sempre as palavras
Novamente as palavras, sempre as palavras
Les mêmes mots
As mesmas palavras
As mesmas palavras
Je ne sais plus comme te dire,
Eu não sei mais como te dizer,
Eu não sei mais como te dizer,
Rien que des mots
Nada de palavras
Nada de palavras
Mais tu es cette belle histoire d'amour...
Mas tu és esta bela história de amor...
Mas tu és esta bela história de amor...
Que je ne cesserai jamais de lire.
Que eu não cessarei jamais de ler.
Que eu não cessarei jamais de ler.
Des mots faciles des mots fragiles
Palavras fáceis, palavras frágeis
Palavras fáceis, palavras frágeis
C'était trop beau
Seria tão bonito
Seria tão bonito
Tu es d'hier et de demain
Tu és o ontem e o amanhã
Tu és o ontem e o amanhã
Bien trop beau
Tão bonito
Tão bonito
De toujours ma seule vérité.
Sempre a minha única verdade.
Sempre a minha única verdade.
Mais c'est fini le temps des rêves
Mas acabou o tempo dos sonhos
Mas acabou o tempo dos sonhos
Les souvenirs se fanent aussi
As lembranças desapareceram também
As lembranças desapareceram também
Quand on les oublie
Quando são esquecidas
Quando são esquecidas
Tu es comme le vent qui fait chanter les violons
Tu és como o vento que faz cantar os violinos
Tu és como o vento que faz cantar os violinos
Et emporte au loin le parfum des roses.
E leva longe o perfume das rosas.
E leva longe o perfume das rosas.
Caramels, bonbons et chocolats
Caramelos, bombons e chacolates
Caramelos, bombons e chacolates
Par moments, je ne te comprends pas.
Por momentos, eu não te entendo.
Por momentos, eu não te entendo.
Merci, pas pour moi
Obrigada, por mim não mais
Obrigada, por mim não mais
Mais tu peux bien les offrir à une autre
tu podes bem abrir-se a uma outra
tu podes bem abrir-se a uma outra
Qui aime le vent et le parfum des roses
Que ame o vento e o perfume das rosas
Que ame o vento e o perfume das rosas
Moi, les mots tendres enrobés de douceur
As palavras tenras cobertas de doçura
As palavras tenras cobertas de doçura
Se posent sur ma bouche mais jamais sur mon coeur
Colocadas em minha boca mas nunca em meu coração
Colocadas em minha boca mas nunca em meu coração
Une parole encore.
Uma palavra mais
Uma palavra mais
Paroles, paroles, paroles
Palavra, palavras, palavras
Palavra, palavras, palavras
Écoute-moi.
Escute-me
Escute-me
Paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras
Je t'en prie.
Eu te peço.
Eu te peço.
Paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras
Je te jure.
Eu te juro.
Eu te juro.
Paroles, paroles, paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras, palavras, palavras
Encore des paroles que tu sèmes au vent
Palavras, mais palavras que tu semeias ao vento
Palavras, mais palavras que tu semeias ao vento
Voilà mon destin te parler....
Eis meu destino a te falar...
Eis meu destino a te falar...
Te parler comme la première fois.
A te falar como a primeira vez
A te falar como a primeira vez
Encore des mots toujours des mots
Mais palavras, sempre palavras
Mais palavras, sempre palavras
Les mêmes mots
As mesmas palavras
As mesmas palavras
Comme j'aimerais que tu me comprennes.
Como eu adoraria que tu me entendesses.
Como eu adoraria que tu me entendesses.
Rien que des mots
Nada de palavras
Nada de palavras
Que tu m'écoutes au moins une fois.
Que tu me escutes ao menos uma vez.
Que tu me escutes ao menos uma vez.
Des mots magiques des mots tactiques
Palavras mágicas, palavras táticas
Palavras mágicas, palavras táticas
Qui sonnent faux
Que soam falsas
Que soam falsas
Tu es mon rêve défendu.
Tu és meu sonho proibido.
Tu és meu sonho proibido.
Oui, tellement faux
Sim, tão falso
Sim, tão falso
Mon seul tourment et mon unique espérance.
Meu único tormento e minha única esperança.
Meu único tormento e minha única esperança.
Rien ne t'arrête quand tu commences
Nada te detém quando tu começas
Nada te detém quando tu começas
Si tu savais comme j'ai envie
Se tu soubesses como eu tenho desejado
Se tu soubesses como eu tenho desejado
D'un peu de silence
Um pouco de silêncio
Um pouco de silêncio
Tu es pour moi la seule musique...
Tu és para mim a única música
Tu és para mim a única música
Qui fit danser les étoiles sur les dunes
que faz dançar as estrelas sobre as dunas
que faz dançar as estrelas sobre as dunas
Caramels, bonbons et chocolats
Caramelos, bombons e chocolates
Caramelos, bombons e chocolates
Si tu n'existais pas déjà je t'inventerais.
Se tu não existisses, eu te inventaria.
Se tu não existisses, eu te inventaria.
Merci, pas pour moi
Obrigada, por mim não mais
Obrigada, por mim não mais
Mais tu peux bien les ouvrir à une autre
Mas tu bem podes abrir-se a uma outra
Mas tu bem podes abrir-se a uma outra
Qui aime les étoiles sur les dunes
Que ame as estrelas sobre as dunas
Que ame as estrelas sobre as dunas
Moi, les mots tendres enrobés de douceur
As palavras tenras cheias de doçura
As palavras tenras cheias de doçura
Se posent sur ma bouche mais jamais sur mon coeur
Colocadas em minha boca mas nunca em meu coração
Colocadas em minha boca mas nunca em meu coração
Encore un mot juste une parole
Mais uma palavra, apenas uma palavra
Mais uma palavra, apenas uma palavra
Paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras
Écoute-moi.
Escute-me.
Escute-me.
Paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras
Je t'en prie.
Eu te peço.
Eu te peço.
Paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras
Je te jure.
Eu te juro.
Eu te juro.
Paroles, paroles, paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras, palavras, palavras
Encore des paroles que tu sèmes au vent
Palavras, e mais palavras que tu semeias ao vento
Palavras, e mais palavras que tu semeias ao vento
Que tu es belle!
Que tu és bela!
Que tu és bela!
Paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras
Que tu es belle!
Que tu és bela!
Que tu és bela!
Paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras
Que tu es belle!
Que tu és bela!
Que tu és bela!
Paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras
Que tu es belle!
Que tu és bela!
Que tu és bela!
Paroles, paroles, paroles, paroles, paroles
Palavras, palavras, palavras, palavras, palavras
Palavras, palavras, palavras, palavras, palavras
Encore des paroles que tu sèmes au vent
Palavras, e mais palavras que tu semeias ao vento
Palavras, e mais palavras que tu semeias ao vento
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Chansons que j'aime - Canções que amo
Resolvi reunir aqui todas as canções que, em algum momento da minha vida, me trouxeram uma sensação especial, indescritível, seja por sua beleza, seja pelo seu significado, seja por quem eu penso quando a canto, enfim, seja por essa força demoníaca da vida, como dizia Göethe.
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